segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Bruxismo saiba as causas, tratamentos e consequências


"O bruxismo, hábito de apertar e ranger os dentes é comum em cerca de 15% das pessoas. Esses pacientes podem sofrer fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes e distúrbios da articulação mandibular. As causas deste problema podem ser a tensão emocional e o fechamento inadequado da boca."


Estes sintomas são comuns durante o sono. Ranger os dentes à noite e apertá-los durante o dia, formam um problema progressivo onde o paciente perde os parâmetros e só percebe que tem bruxismo se prestar atenção na própria tensão muscular ou se alguém ouvir o ranger noturno. O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações.

Causas

O bruxismo é associado ao estresse em 100% dos casos. Todos os pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento da tensão emocional. Um alinhamento incorreto dos dentes e fechamento inadequado da boca está presente na maior parte dos casos, mas dificilmente são suficientes para causar o problema na ausência de um aumento da tensão.

A doença pode atingir qualquer pessoa, e é mais freqüente entre os 15 e 35 anos. É também mais freqüente nas mulheres do que nos homens.

Consequências

As dores de cabeça tensionais são comuns nos portadores de bruxismo. Elas surgem por contração excessiva dos músculos da mastigação, podendo atingir rosto, pescoço, ouvido e até ombros. O período crítico é pela manhã (se a contração predominar a noite) ou de tarde (se predominar de dia).

Outro problema decorrente do bruxismo é dor da articulação da mandíbula. Esta também pode sofrer estalos, travamento, restringir a abertura da boca e desviar para o lado ao abrir e fechar.

Também é freqüente a dor e o desgaste dos dentes. A dor é pior pela manhã e o desgaste pode chegar à gengiva. Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, o ranger pode provocar a quebra. Traumas repetidos e inflamação da gengiva levam à perda do suporte ósseo dos dentes, que se tornam móveis.

Tratamento

O primeiro passo é reconhecer o problema. O dentista deve fazer um "check up" da boca e eliminar com aparelhos e desgastes seletivos dos dentes os pontos que impedem uma mordida perfeita. Mas isso não é tudo. Pessoas com bruxismo têm um termômetro psicológico na boca.

O melhor é perceber que o problema não vem do nada e tentar achar suas causas no dia-a-dia.

Um passo importante para tentar curar ou pelo menos diminuir o bruxismo é cortar a tensão psicológica. Isto pode ser feito através de esportes, ioga e exercícios de relaxamento. Já distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade, devem ser aliviados e medicados se necessário. A psicoterapia identifica e trata as dificuldades emocionais associadas ao bruxismo.

Fechar bem a boca também é outra forma de evitar o bruxismo. O fechamento deve ser perfeito. O mal contato entre os dentes de cima e de baixo leva a pontos de atrito que aumentam a tensão muscular. Próteses malfeitas como pontes e dentaduras devem ser trocadas. Os dentes precisam ser alinhados com aparelhos.

Outro método usado é o encaixe de placas de acrílico na arcada dental durante a noite. Estas distribuem a força muscular em todos os dentes e não apenas em um ou dois mal posicionados. Por último, o dentista deve fazer um ajuste fino do fechamento da boca.

É realizado um desgaste em lugares específicos de alguns dentes para encaixar a arcada dental superior na inferior sem nenhum ponto de atrito. A solução é procurar um bom dentista para indicar o tratamento.


Fonte: Terra.com

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Como saber se seu filho tem distúrbio do sono



Os pais devem ficar atentos às crianças que roncam, têm problemas para pegar no sono ou para as que já frequentam a escola e dormem no meio das aulas. O aviso vem do Hospital Infantil da Filadélfia, nos Estados Unidos, que acaba de divulgar um estudo sobre diagnóstico de distúrbios do sono em crianças no 23º Encontro Anual da Associated Professional Sleep Societies, ou Sleep 2009. O evento acontece esta semana em Seattle, nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, apenas 4% das 155 mil crianças e adolescentes avaliados, com idades de 8 a 18 anos, apresentaram algum mal que os impedia de pregar os olhos, como incontinência urinária, problemas respiratórios e insônia. Isso pode sugerir um subdiagnóstico de distúrbios do sono. “O número é significativamente menor ao reportado nos estudos epidemiológicos já conhecidos”, alerta Lisa Meltzer, autora do trabalho.

O problema é que esse tipo de distúrbio pode ter impacto no aprendizado e no desenvolvimento dos pequenos. Daí a urgência de flagrá-los e tratá-los adequadamente. Por isso também a importância do olho vivo dos pais. De acordo com a Academia Americana de Medicina do Sono, se o filho manifestar algum dos sinais abaixo, o recomendado é procurar o auxílio do pediatra.

Sinais de alerta
- Você passa muito tempo ajudando a criança a pegar no sono
- Ela acorda várias vezes ao longo da noite
- O pequeno ronca alto ou faz muito esforço para respirar enquanto dorme
- Seu comportamento, humor ou desempenho escolar andam alterados
- A criança não costumava fazer xixi na cama e agora molha os lençóis periodicamente



Fonte: Bebe.com.br

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Obesidade pode acarretar Distúrbios do Sono


O encurtamento do tempo de dormir tornou-se um hábito comum na sociedade atual e, curiosamente, em todos os países a obesidade tem se tornado uma verdadeira epidemia, sugerindo uma associação entre ambos. Hoje em dia sabe-se que distúrbios do sono têm o poder de influenciar o equilíbrio nutricional e metabólico do corpo, e vários estudos têm mostrado que sua restrição tem relação com maior prevalência de obesidade, dislipidemias e diabetes.


A privação de sono costuma provocar uma alteração do padrão hormonal que controla fome e saciedade, ocasionando um desequilíbrio dos mesmos, com aumento do apetite para alimentos com alta quantidade de carboidratos. Outras evidências mostram que a privação de sono pode aumentar não só o apetite como também a preferência por alimentos mais calóricos e ricos em lipídeos. Do ponto de vista hormonal, existe uma substância chamada grelina relacionada à fome e outra substância denominada leptina relacionada à sensação de saciedade. Na privação de sono, ocorre um desequilíbrio entre as duas, promovendo aumento do apetite e ingestão de alimentos com alto teor calórico.


Geralmente o excesso de peso provoca acúmulo de gordura na região cervical, ocasionando um estreitamento das vias aéreas e, desta forma, aumentando o risco de ronco e apneia. Algumas medidas, como o IMC (índice de massa corporal) e a medida de circunferência do pescoço podem ajudar a predizer esses riscos. Assim, torna-se frequente entre obesos a Síndrome da Apneia-Hipopnéia Obstrutiva do Sono (SAHOS), e pacientes com obesidade mórbida podem ainda apresentar a Síndrome de Obesidade-Hipoventilação (Síndrome de Pickwick). Neste caso, o excesso de gordura interfere na movimentação da musculatura respiratória no tórax e abdômen, consequentemente, o tórax expande menos e há uma retenção de gás carbônico no corpo, ocasionando diversas alterações, entre elas uma sonolência excessiva durante o dia.


O diagnóstico é feito levando-se em consideração o quadro clínico do paciente, e muitas vezes as queixas do cônjuge. O melhor exame para diagnóstico de ambas as condições é a polissonografia, que permite avaliação das variáveis respiratórias e estagiamento do sono, além da medida da saturação de oxigênio no sangue.


O tratamento da apneia (SAHOS) é feito através de aparelhos que promovem uma desobstrução da via aérea. Geralmente tratando o distúrbio do sono o paciente já passa a dormir melhor, pois há uma melhora acentuada dos sintomas, principalmente da sonolência diurna, e quem dorme bem tem uma melhor ingestão alimentar, e, consequentemente, perde peso mais facilmente.


Fonte: terra.com

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Insônia Infantil


Um problema ainda maior do que em adultos é a insônia infantil. As crianças que têm este tipo de problemas noturnos precisam um cuidado especial e muito mais atenção que um adulto.

É possível que os pais não fechem os olhos a noite toda pela preocupação que seu filho não dorme. Toda precaução que se tome é pouca para combater a insônia infantil.
Em primeiro lugar, deve proteger a segurança da criança. Deve fechar as portas, janelas, proteger as quinas e objetos pontudos com almofadas ou espuma, para evitar que esbarre neles e se machuque. Se tiver escadas, coloque alguma proteção para não cair.


Em segundo lugar, pode favorecer o sono da criança durante todo o dia para tentar que descanse. Deixe fazer muitas atividades esportivas, que acorde cedo, que tome algum chá relaxante antes de ir à cama ou um copo de leite quente, etc.
A insônia infantil costuma gerar falta de sono nos pais, nervosismo, estresse, ansiedade, sonolência no trabalho e durante o dia, preocupação extrema, falta de concentração, perda de tempo e lazer, falta de sexo com o casal, contrações e dores musculares, tensão, … parece pouco?

A insônia infantil caracteriza-se porque a criança não pode gerar o sono por si mesmo e acorda frequentemente pela noite. O principal problema que apresenta a insônia infantil é que a criança não tem adquirido um bom hábito para se dormir; na maioria dos casos muita parte de culpa são os pais, que não sabem o que deve seguir para se dormir.
É importante acostumar a criança desde pequena a dormir só e a que siga normas antes dormir, para criar um bom hábito noturno e assim evitar, entre outros transtornos do sono, a insônia infantil.

Fonte: Minha vida

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Idosos X Insônia



O distúrbio do sono, habitualmente é diretamente associado à velhice. Porém, não é a idade o fator determinante, mas uma associação de fatores. Pode ocorrer isoladamente ou associado a uma doença

É na velhice que o distúrbio do sono pode ter importante manifestação. Dentre os idosos, os aposentados e/ou inativos e viúvos estão em maior risco.
Nessa fase da vida o distúrbio do sono manifesta-se em decorrência da depressão e da demência, especialmente a Doença de Alzheimer, situação em que há um déficit neuroquímico.

O conceito de insônia, de forma individual, é algo problemático. Para um dormidor longo (aquele que necessita de mais de 7 a 8 horas de sono), dormir 5 ou 6 horas representa insônia; o mesmo conceito já não se aplica ao dormidor curto. Ainda temos que considerar que as horas de sono variam segundo a faixa etária e mesmo entre indivíduos.
Mas então, o que é a insônia? É a dificuldade de iniciar e/ou manter o sono, presença de sono não reparador, ou seja, aquele que prejudica a realização das atividades diurnas.

Causas de insônia no idoso
* alterações psíquicas, como ansiedade e depressão;
* utilização de psicoestimulantes, fato muito comum entre mulheres que utilizam “fórmulas emagrecedoras”;
* alterações emocionais como problemas conjugais, financeiros, luto;
* abuso de café, coca-cola, cigarro, bebida alcoólica;
* distúrbios psiquiátricos;
* demências, sendo a Doença de Alzheimer a principal delas;
* decorrente de outras doenças como: doença do refluxo gastresofágico, asma, DPOC, insuficiência cardíaca congestiva, doenças da tireóide, doenças reumáticas;
* utilização de alguns medicamentos, como alguns anti-hipertensivos, antidepressivos. O uso de benzodiazepínicos (diazepam e congêneres) pode levar à insônia rebote após a retirada e levar à tolerância em uso crônico.


Fonte: Portal do Envelhecimento

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Dormir pouco aumenta a probablidade de vir a sofrer de doenças, e morte prematura


O facto de dormir pouco ou sofrer de insônias e transtornos do sono, pode levar ao surgimento de várias doenças.

Um novo estudo vem agora salientar que dormir menos de 6 horas por dia aumenta a probabilidade de morte prematura.

As pessoas que dormem menos de seis horas por noite têm mais 12 por cento de probabilidade de morte prematura, em relação às que dormem entre seis e oito horas, indica hoje um estudo da Universidade de Warwick, Reino Unido.

“O estudo oferece provas irrefutáveis sobre a ligação directa entre uma duração breve do sono (menos de seis horas por noite) e um aumento da probabilidade de morrer prematuramente”, explica um comunicado da universidade.

Mas um sono regularmente muito longo, mais de nove horas por noite, pode representar fonte de preocupação, advertem os investigadores. Dormir muito “não aumenta por si só o risco de mortalidade mas pode ser o sintoma de uma doença grave e potencialmente mortal”, acrescenta o comunicado.

O estudo baseou-se nos resultados de 16 investigações conduzidas na Grã-Bretanha, Estados Unidos e outros países europeus e da Ásia. Ao todo participaram 1,3 milhões de pessoas, seguidas durante 25 anos.

“Um sono demasiado curto pode ser a causa de uma doença, enquanto que um sono demasiado longo pode representar o sintoma de uma doença”, resumiu no comunicado o professor Francesco Cappuccio, responsável pelo programa Sono, Saúde e Sociedade, na Universidade de Warwick.

“Acreditamos que a ligação entre a falta de sono e as doenças é causada por uma série de mecanismos hormonais e de metabolismo”, disse Cappuccio.


Fonte: Publico.pt

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Bruxismo e refluxo são comuns em pessoas com apneia do sono, indica estudo


Há uma alta prevalência de bruxismo e de refluxo gastroesofágico entre os pacientes com apneia obstrutiva do sono – condição marcada por interrupções da respiração durante o sono, causando roncos e complicações mais sérias –, segundo estudo apresentado esta semana no congresso CHEST 2009, nos Estados Unidos. O levantamento indicou que cerca de um em quatro pacientes com apneia sofre de bruxismo – condição marcada pelo ranger de dentes noturno e que afeta cerca de 8% da população americana –, e que 35% deles têm refluxo – retorno anormal do conteúdo estomacal para o esôfago.

Para investigar essa relação, os pesquisadores avaliaram 150 homens e 150 mulheres com apneia – cada grupo com 50 caucasianos (brancos), 50 afroamericanos e 50 hispânicos. E os resultados mostraram que 25,6% dos pacientes apresentavam ranger de dentes, enquanto 35% reclamavam de azia noturna e sintomas de refluxo.

Avaliando a influência do gênero e da etnia na relação entre bruxismo, refluxo e apneia, os especialistas notaram que o ranger de dentes era mais comum nos homens (43%, contra 31% das mulheres) e nos caucasianos (35%, contra 19% dos hispânicos). E o refluxo foi mais comum em afroamericanos (40%, contra 31% dos hispânicos e 34% dos caucasianos).

"Distúrbios do sono como a apneia podem levar a muitas condições de saúde secundárias", revelou a médica Kalpalatha Guntupalli, presidente do American College of Chest Physicians. "Ao tratar a apneia do sono, os médicos devem também reconhecer e abordar as condições de saúde secundárias, como o bruxismo, com o objetivo de controlar completamente o distúrbio de sono de um paciente", complementou.

Associação entre bruxismo e apneia
Segundo o pesquisador Shyam Subramanian, líder do estudo, a relação entre apneia obstrutiva do sono e bruxismo noturno está normalmente associada a uma resposta a um estímulo. "O fim de um evento de apneia pode ser acompanhado de numerosos fenômenos na boca, como ronco, respiração ofegante, resmungos e ranger de dentes", explicou o especialista.

"Homens, tipicamente, têm apneia do sono mais severa, e talvez possam ter mais respostas ao estímulo, o que poderia explicar a mais alta prevalência de ranger de dentes em homens. Além disso, os homens tendem a relatar mais sintomas de apneia do que as mulheres, como roncos, grunhidos e apneia presenciada".

Outros fatores que poderiam explicar a relação entre as duas condições seriam a ansiedade e o consumo de cafeína. "Altos níveis de ansiedade podem levar ao bruxismo, e a apneia do sono não-tratada é reconhecida como causa de distúrbios de humor, incluindo depressão e ansiedade", ressaltou o especialista. Além disso, segundo ele, "o sono diurno da apneia do sono pode fazer com que uma pessoa ingira cafeína, e isso está também associado com alto risco de bruxismo".

Fonte: Boa Saúde

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Sonolência e Qualidade de Vida


A sonolência excessiva durante o dia é uma das queixas mais comuns em consultórios de profissionais que tratam de distúrbios do sono. Estima-se que a sonolência excessiva está presente em torno de 20% da população geral. A preocupação reside no fato de que ela está relacionada com graves consequências para o indivíduo no que diz respeito a queda na qualidade de vida.

Cerca de 42% das pessoas que moram no Rio de Janeiro e São Paulo não conseguem ter uma noite de sono tranquila e reparadora, tanto em termos quantitativos e, principalmente, qualitativos e por isso apresentam com frequência resposta mais lenta aos estímulos externos e graus variados de dificuldade de concentração, memorização e aprendizado. Essas repercussões cognitivas observadas nessas pessoas são resultantes da diminuição do fluxo sanguíneo no cérebro que provocam sono agitado e diversos microdespertares ao longo de uma noite de sono.

O déficit cognitivo pode comprometer gravemente a habilidade do indivíduo de desempenhar uma série de atividades, dentre elas a capacidade de dirigir
de maneira segura. As causas da sonolência excessiva são múltiplas e, sabidamente, é ocasionada por hábitos inadequados com relação ao sono, pela idade,
pelo uso de medicamentos, principalmente pela automedicação, estilo de vida incompatível com saúde, álcool e drogas.

O ronco, as apneias do sono (paradas na respiração durante o sono) e a narcolepsia são as causas mais frequentes encontradas em pessoas com sonolência excessiva. A pessoa que dorme mal, fatalmente, é mais lenta, mal humorada, apresenta uma sensação persistente de cansaço, e consequentemente, é menos produtiva e poderá ser rotulada, injustamente, de "preguiçosa". Fatores como estresse, obesidade, depressão, diminuição da libido, queda no rendimento intelectual e o absenteísmo são indicativos desse distúrbio, assim como o envolvimento em acidentes de trabalho e de trânsito.

Fonte: Uol Mais

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ronco, tratamento com o CPAP



Problema social sério, o ronco atinge cerca de 30% das pessoas. Causado pela vibração dos tecidos da garganta (parede posterior da faringe, dorso da língua, palato mole e úvula) em função da turbulência do ar à medida em que as vias aéreas se estreitam, o ronco é agravado significativamente pela obesidade, respiração bucal e tabagismo.

Na grande maioria dos casos é sintoma de outros problemas, como a Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono. Em níveis elevados, a síndrome influência no comportamento de doenças que podem causar a morte do paciente, como a hipertensão, o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC).

Para tratar o ronco são o aparelho intraoral, o CPAP (continuous positive airway pressure ou aparelho de pressão positiva, tratamento mais eficaz e recomendado por especialista em distúrbios respiratórios.

Os aparelhos de pressão positiva são indicados para os casos de apneias moderadas ou graves. Composto de um compressor de ar, um tubo e uma máscara, o CPAP injeta ar nas vias aéreas, mantendo as paredes da faringe afastadas.

Uma polissonografia atestou a apneia moderada do paciente, que teve indicação para usar o CPAP, mas ele preferiu experimentar o aparelho pela praticidade. Depois de três meses novo exame foi realizado.

Fonte: O diário.com

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Dor de cabeça aumenta o risco de depressão e distúrbios do sono

Como se não bastassem as crises de dor de cabeça, pessoas com cefaleias, principalmente a enxaqueca, apresentam um risco maior de desenvolver outras doenças. Chamamos essa associação de duas doenças que ocorrem no mesmo indivíduo de comorbidades. Elas também são caracterizadas por dividir uma causa em comum. E quanto maior a frequência das dores de cabeça, maior a presença de comorbidades. Neste artigo, vamos conversar um pouco sobre algumas dessas doenças associadas. Dor de cabeça e distúrbios psiquiátricos.

Pessoas com enxaqueca e cefaléia do tipo tensional têm maior frequência de transtornos como ansiedade e depressão, principalmente se apresentam dor de cabeça diariamente. Em pesquisa realizada no Setor de Cefaleias da UNIFESP, foi observado também em crianças com enxaqueca uma maior frequência de sintomas psicológicos como preocupação excessiva, oscilações de humor e agressividade.

Dor de cabeça e distúrbios de sono:
Insônia, dificuldades em manter o sono com despertares recorrentes, mexer-se muito na cama, sonambulismo, bruxismo, são distúrbios de sono mais comuns em pessoas com cefaleias, tanto em adultos como em crianças. Também em pesquisa realizada na UNIFESP, crianças com enxaqueca apresentaram uma diminuição do sono REM, fase do sono mais profunda na qual sonhamos, comprovado pelo exame de polissonografia, o que pode provocar dificuldades de atenção e memória e pior desempenho escolar.


Dor de cabeça e outras dores:
Pessoas com dor de cabeça apresentam com maior frequência e intensidade outros quadros dolorosos como dor lombar, tendinites, dor facial, e a fibromialgia, onde a dor acontece no corpo todo. Cerca de 80% das pessoas com fibromialgia também apresentam dores de cabeça, e já apresentavam a cefaléia antes da fibromialgia.

Dor de cabeça e crises convulsivas:
Vários estudos comprovaram que pessoas com enxaqueca têm maior risco de sofrer uma crise convulsiva, principalmente se tiveram um tipo de enxaqueca que chamamos enxaqueca com aura, onde além da
dor de cabeça, apresentam junto com a cefaléia sintomas visuais, como embaçamento, perda visual ou pontos brilhantes na visão e formigamentos no corpo.

Déficits de atençaõ e problemas de memória:

Queixas sobre déficit de atenção são muito comuns em pessoas com dores de cabeça, tanto em crianças como adultos. Ainda existem poucos estudos científicos sobre essa associação, porém um estudo brasileiro pioneiro, realizado no Setor de cefaleias da UNIFESP, demonstrou que, crianças com enxaqueca, quando comparadas com crianças sem cefaleia, apresentaram maior dificuldade em atenção e memória. Alguns estudos internacionais também encontraram essas dificuldades em adultos com cefaleia.

Tonturas:
Pessoas com dor de cabeça apresentam com mais queixas de tonturas, rotatórias (vertigens) ou não, tanto na crise de cefaleia ou mesmo fora dela. Tal situação favorece a ocorrência de diagnósticos equivocados como labirintites e mudanças na pressão arterial e, como consequência, tratamentos inadequados para pessoas com dor de cabeça.

Dor de cabeça e derrames cerebrais
Estão em grande evidência estudos que encontraram uma maior associação entre a enxaqueca e doenças vasculares como o infarto cardíaco, e principalmente os acidentes vasculares cerebrais (AVC), chamados de

derrames. E esse risco é ainda mais alto em pessoas com a enxaqueca com aura, e em mulheres que tem enxaqueca e usam pílulas anticoncepcionais e são fumantes. 
Se você apresenta crises de dor de cabeça, principalmente a enxaqueca, deve observar o aparecimento de outros sintomas ou doenças. A boa notícia é que o tratamento da dor de cabeça, quando bem indicado, pode melhorar também as doenças associadas. O mais importante é não deixar de lado o sinal de alerta que é a cefaleia, achando que dor de cabeça é algo simples e corriqueiro. As doenças associadas tendem a acontecer ainda mais em pessoas que apresentam dores de cabeça frequentes ou há muito tempo.

Fonte: Minha Vida

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Café atrapalha o sono, mesmo várias horas depois do consumo


A cafeína é uma das substâncias mais consumidas por pessoas que procuram se manter acordadas, como aquelas que trabalham à noite. Porém, uma nova pesquisa aponta que a substância pode atrapalhar a qualidade do sono daqueles que a consomem, mesmo que seja durante o dia.

De acordo com Julie Carrier, autora do estudo e professora de psicologia da Universidade de Montreal, no Canadá, o efeito da cafeína afeta o sono ainda mais nas pessoas mais velhas. A pesquisadora afirma isso de acordo com um estudo realizado com 24 pessoas em dois grupos de idade: 20 a 30 anos e 45 a 60.

Os participantes do estudo passaram duas noites sem dormir nos laboratórios. Depois, eles receberam uma pílula de cafeína ou um placebo, e três horas depois receberam permissão para dormir. Mesmo com a extrema privação de sono, as pessoas que ingeriram a cafeína tiveram o sono afetado negativamente, principalmente os mais velhos, que dormiram 50% menos que o normal.

Nos dois grupos de idade, a substância diminuiu a eficiência do sono, a sua duração e o sono REM, que é quando o corpo mais descansa. “Todos conhecemos alguém que diz que dorme como um bebê depois de uma xícara de café”, diz Carrier. “Embora elas possam não perceber, o seu sono não será tão profundo e provavelmente será mais conturbado”, completa a pesquisadora.


Fonte: Hype Science

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Insônia saiba mais


A insônia se caracteriza pela incapacidade de conciliar o sono e pode manifestar-se em seu período inicial, intermediário ou final.

O tempo necessário para um sono reparador varia de uma pessoa para outra. A maioria, porém, precisa dormir de sete a oito horas para acordar bem disposta. Pesquisas recentes sugerem que aqueles que consideram suficientes quatro ou cinco horas de sono por noite, na realidade, necessitariam dormir mais.


Aparentemente, pessoas mais velhas dormem menos. Entretanto, o tempo que passam dormindo pode ser exatamente o mesmo da mocidade, dividido em períodos mais curtos e de sono mais superficial.


Localizar as causas da insônia pode ser facilitado pela polissonografia, um exame que monitora o paciente enquanto dorme.

Insônia pode ser tratada com medicamentos que devem ser prescritos pelo médico. Não se automedique.


Causas da insônia
A insônia pode ter causas orgânicas e psíquicas. Pesquisas apontam a produção inadequada de serotonina pelo organismo e o estresse provocado pelo desgaste quotidiano ou por situações-limite como causas mais importantes.


Recomendações
Algumas mudanças simples no estilo de vida podem ajudar a combater a insônia, mesmo quando ela for crônica:

* Limite o consumo de cafeína presente no café, chás, colas, chocolates, etc. Até a cafeína usada como ingrediente de alguns alimentos pode prejudicar o sono das pessoas mais sensíveis;

* Converse com seu médico sobre os remédios que esteja usando. Certos medicamentos descongestionantes podem ser tão estimulantes quanto a cafeína;

* Exercite-se regularmente, mas não perto da hora de dormir. Atividade física regular é essencial para quem sofre de ansiedade e ajuda a dormir melhor. No entanto, a prática de exercícios vigorosos à noite pode atrapalhar o sono;

* Estabeleça uma rotina para seu horário de dormir e de despertar. O relógio biológico responde melhor se habituado a horários regulares. Mesmo nos finais de semana, tente manter o esquema estabelecido para os dias úteis;

* Procure relaxar antes de ir para cama. Ouça música, leia um pouco, converse, assista a um filme. Lembre-se de que, depois de uma noite de sono reparador, as soluções para os problemas podem fluir melhor. Se nada disso resolver, vale a pena buscar ajuda profissional;

* Use técnicas de relaxamento. Progressivamente contraia e relaxe todos os músculos do corpo, começando pelos dedos dos pés e terminando na face. Massageie suavemente o couro cabeludo. Tente visualizar uma cena ou paisagem que lhe traga satisfação;

* Tome um banho morno. Deixe a água escorrer pelo corpo durante algum tempo, pois isso ajuda a relaxar os músculos tensos;

* Tome um copo de leite morno. O leite contém o aminoácido triptofano, que relaxa os músculos e induz o sono;

* Experimente ingerir chás à base de ervas como camomila, erva-doce, erva-cidreira, etc. Eles têm sido usados há séculos por pessoas que garantem sua ação relaxante;

* Certifique-se de que não há claridade no quarto e a temperatura é agradável. Mesmo pouca luz pode atrapalhar o sono de algumas pessoas.

* Use protetores nos ouvidos, se o barulho incomoda e não há como eliminá-lo;

* Escolha o colchão adequado para seu peso e altura. Colchões muito macios ou muito duros são contra-indicados;

* Reserve a cama somente para dormir e para relações íntimas. Evite ler, ver TV, trabalhar e conversar no quarto;

* Levante-se, se não conseguiu dormir depois de trinta minutos deitado. Ficar na cama acordado pode aumentar a ansiedade, a irritação e, conseqüentemente, a insônia. Procure distrair-se com alguma atividade tranquila e depois, mais cansado, volte para a cama e tente dormir. Repita o esquema, se necessário. Usando essa técnica, muitas pessoas conseguem reverter o processo.


Advertência
Insônia crônica requer avaliação profissional. É indispensável descobrir o que está causando essa dificuldade para dormir, pois a ausência do sono reparador pode prejudicar a saúde física e mental dos indivíduos.


Fonte: Site Drº Drauzio Varella

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Pesquisa diz que sono faz crescer


Os cientistas finalmente confirmaram o que as avós já sabiam há tempos: os bebês de fato ficam mais altos depois de uma noite de sono. As descobertas de um primeiro estudo do tipo, que mede a relação entre o crescimento diário e o sono, mostra que as duas coisas são indissociavelmente ligadas.

Os resultados do estudo, publicado na revista "Sleep", mostraram o crescimento de crianças que dormiram 4,5 horas extras por dia (em média três sonecas a mais por dia) durante dois dias. A conclusão é que o estirão ocorre nas 48 horas do aumento de sono.

E quanto mais o sono do bebê aumenta, maior a probabilidade de crescimento. Os números mostram que a probabilidade de um bebê experimentar um surto de crescimento aumenta a uma média de 43% para cada episódio de sono adicional.

- Os resultados mostram que o crescimento não só acontece durante o sono como é influenciado por ele - diz Michelle Lampl, do departamento de antropologia da Emory University em Atlanta, Georgia.

Durante o estudo, 23 pais gravaram o sono diário das crianças, começando quando os bebês tinham, em média, 12 dias de vida. Entre quatro e 17 meses o crescimento dos bebês foi avaliado.

Os autores do estudo perceberam que a secreção do hormônio do crescimento aumentou depois que os bebês foram dormir e durante a fase de sono de ondas lentas.


- Isto abre outra porta para entendermos por que dormimos - disse Lampl.



Fonte: O Globo


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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Como saber se tenho Narcolepsia?


Quem nunca desejou tirar uma soneca após o almoço ou sentiu os olhos pesarem durante uma aula enfadonha? Nessas horas o jeito é lançar mão de estratégias consagradas, como tomar café ou jogar um pouco de água no rosto.

Para alguns, no entanto, nada disso funciona. Quando bate o sono seja no meio de uma reunião com o chefe, num show de rock ou no trânsito só é possível fazer uma coisa: DORMIR.


Taxado de forma ignorante e preconceituosa como “preguiça”, o comportamento é, muitas vezes, a manifestação de um dos principais sintomas da narcolepsia. Pouco conhecida, a doença acomete um em cada 2.000 indivíduos e tem um diagnóstico difícil. O problema pode demorar vários anos até ser corretamente diagnosticado.


Apagões
Um grupo especial de neurônios do cérebro é responsável por comandar os estados de vigília e sono, ou seja, as funções “liga” e “desliga” do corpo. Por uma série de fatores que ainda não estão totalmente esclarecidos, os narcolépticos têm um déficit desses neurônios e, como consequência, têm o sono desregulado.

Segundo Denis Martinez, médico do sono e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), além de “apagar” algumas vezes durante o dia, o portador geralmente tem problemas para dormir à noite, fator que atrasa ainda mais o diagnóstico.

“As pessoas acabam achando que a sonolência diurna é normal, já que passaram por uma madrugada conturbada”, explica.

Sinais
Já que o principal indicativo da narcolepsia costuma ser confundido com preguiça, é importante ficar de olho em outros sintomas. Um deles é a cataplexia, presente em aproximadamente 60% dos casos.

Trata-se de uma perda de tônus muscular geralmente bilateral e súbita, que pode causar a queda do paciente. A moleza no corpo, cuja duração é de até cinco minutos, costuma ocorrer após fortes emoções, como rir ou tomar um susto.

A cataplexia é decorrente de uma característica importante da doença: a entrada brusca na fase REM do sono. Para se ter ideia, quem não tem narcolepsia em geral só atinge essa etapa depois de passar uma hora e meia dormindo. Martinez ressalta que é justamente no sono REM que sonhamos.

“Por isso, muitos pacientes relatam que têm alucinações durante os ataques de sonolência. Mas, na verdade, são sonhos”.

Diagnóstico
Apesar de render muitas histórias e risadas entre os amigos, dormir repentinamente causa muito sofrimento aos narcolépticos. Além de cultivarem a imagem de “corpo mole” colocando, assim, a vida profissional em risco podem se acidentar durante atividades que exigem atenção constante, como nadar, dirigir, praticar esportes ou manusear máquinas.

Por isso, diferentemente do que ocorre com outras doenças, receber o diagnóstico de narcolepsia é um alívio, pois o motivo do sono excessivo e fora de controle fica esclarecido. É importante frisar que a definição do quadro costuma vir após um exame chamado polissonografia, que avalia os fenômenos ocorridos durante o sono. Para realizá-lo é preciso dormir e passar um dia inteiro no local da avaliação.

A narcolepsia é tratada com medicamentos para aliviar os sintomas e orientação para que os pacientes façam cochilos diurnos.

“Um repouso de 15 minutos é o suficiente para deixar a pessoa revigorada para trabalhar ou exercer suas atividades por um tempo variável, que pode ser de duas a quatro horas, sem ter sono”, finaliza a médico.


Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Diabetes e os Distúrbios do Sono


Já está provado cientificamente que o sono é fundamental para o funcionamento do organismo e que os distúrbios do sono podem causar desde problemas à saúde, de relacionamento e profissionais até acidentes graves.

Segundo a Sociedade Brasileira do Sono, 40% dos brasileiros não têm um sono restaurador e apresentam cansaço no decorrer do dia. "A qualidade do sono é tão importante quanto à qualidade da alimentação. Quando o sono é restaurador, acordamos com vitalidade, energia e motivação, explica o pneumologista e especialista em medicina do sono, Dr. Christiano Perin, de Porto Alegre. Segundo Dr. Perin, nos últimos anos, diversos trabalhos científicos têm mostrado uma forte ligação entre os distúrbios do sono e o diabetes.


"Sabe-se que a pessoa que não dorme bem apresenta alterações na produção de diversos hormônios e neurotransmissores que são liberados durante o sono, entre eles o cortisol, a melatonina e a leptina", afirma. Estas alterações hormonais favorecem o ganho de peso e o aumento dos níveis glicêmicos, por isso, salienta Dr. Perin, a recomendação para que todo o paciente diabético seja avaliado em relação ao seu sono durante a consulta médica. E, se necessário, que faça o exame de polissonografia (exame do sono). Conforme explica, o paciente que não dorme bem durante a noite tende a apresentar sonolência e cansaço durante o dia, irritabilidade, sintomas depressivos e perda de memória. "Por estar cansado durante o dia, ele não tem vontade de se exercitar e assim fica obeso com mais facilidade", destaca.


Para o especialista, os estudos têm demonstrado que o tratamento dos distúrbios do sono pode diminuir a glicemia de jejum e facilitar o controle a longo prazo do diabetes. Além disso, reduz a incidência de doenças cardiovasculares e hipertensão, que são duas doenças frequentemente observadas em pacientes com diabetes. Dentre os distúrbios do sono, o médico diz que o mais comumente encontrado em pacientes com diabetes é a apneia obstrutiva do sono, que está presente em mais de 50% dos casos.


A apneia obstrutiva do sono é caracterizada por paradas respiratórias durante o sono e ronco, sendo que a grande maioria das pessoas que tem este problema não suspeita do mesmo enunca procurou ajuda médica. Dr. Perin ressalta que as principais medidas para prevenir a apneia do sono são manter um peso normal, realizar atividade física, não ingerir bebidas alcoólicas à noite ou remédios para dormir e evitar dormir de barriga para cima.


Hipoglicemia durante o sono

Existe um tipo peculiar de hipoglicemia é diminuição do nível de glicose no sangue, com taxa de 60mg/dl” que ocorre somente durante o sono. Na maioria das vezes, ela não é detectada,mas alguns sinais e sintomas podem ser vistos com atenção, tais como: acordar com mau humor, dor de cabeça, pele fria, úmida, e mal-estar não explicável, com glicosúria negativa e cetonúria leve, com glicemias normais e baixo rendimento no trabalho ou no estudo. Um sono com pesadelos ou sonhar com comidas também pode ser um aviso de que alguma coisa não está bem.

O que fazer?
Antes de dormir verifique suas glicemias e, se possível, 2 ou 3 vezes por semana, entre 3 e 4h da manhã. Quando acordar à noite, sem aqueles sintomas descritos na hipoglicemia leve, mas com inquietação, insônia, falta de ar ou dor de cabeça, faça o teste de sangue, pois pode ser Hipo. Se os sintomas não se manifestarem repetidamente, tome medidas para evitá-los, diminuindo a insulina noturna ou aumentando o lanche antes de dormir, ou mesmo transferindo o horário dos exercícios físicos da tarde ou da noite para o turno da manhã.

Importante
A hipoglicemia ocorre devido a várias manifestações, principalmente quando há atraso nas refeições ou o diabético não ingere quantidade suficiente de alimentos prescritos na sua dieta,faz exercícios em excesso ou incomuns sem compensação alimentar por meio de um lanche extra, usa insulina ou medicamentos hipoglicemiante oral ou em excesso, usa mais de uma ou 2 doses de bebidas alcoólicas, tem gastroparesia (esvaziamento do estômago causado por um tipo de neuropatia diabética), usa insulina de ação rápida (Regular, R ou Humalog) antes das refeições ou perde alimentos, seja por vômitos ou diarréia.

Sintomas
Fique atento para os sinais e sintomas da hipoglicemia:
  • Suores, tonturas, palpitações, tremores e palidezâ.
  • Formigamento ao redor da boca e da língua, perda de consciência
  • Sensação de fraqueza ou de fome
  • Dificuldade em se concentrar, sonolência ou desorientação
  • Pele fria, pálida e úmida
  • Dor de cabeça, instabilidade ou depressão
  • Visão turva, dupla ou com manchas brancas
  • Mudança de conduta, parecendo estar alcoolizado

Fonte: Farma Mellitus

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O Poder do Sono


Como adultos, o sono desempenha um papel importante em nossa rotina diária. Falta de sono pode promover estresse, fome e contribuir para menos exercício. Saiba quantas horas de sono você deve ter para se manter saudável e alguns truques simples para estabelecer uma rotina relaxante.


Assim como as crianças, um cochilo é a última coisa que gostaríamos em nossos dias. Mas agora adultos, nós devemos começar a repensar esse argumento. A falta de sono contribui para o estresse, fome e cansaço durante o dia.


Sono e Trabalho
O sono representa uma boa parte do gerenciamento do stress relacionado ao trabalho. De fato, 38 por cento dos trabalhadores experimentam a fadiga, de acordo com o Journal of Occupational and Environmental Medicine. Dormir sete horas de sono durante a semana e nove horas no fim de semana. A dose apropriada pode ajudá-lo a estar mais alerta, criativo, organizado, resolver problemas melhor e ajudar com a perda de memória.


Sono e Fome
Há um laço grande entre o quanto nós comemos e quanto dormimos. Receber uma quantidade adequada de sono a cada noite estabiliza o açúcar no sangue para controlar a ansiedade. Quando você não dorme o suficiente, os níveis de leptina são reduzidos e os níveis de grelina são aumentados. Grelina, que é produzido no trato gastrointestinal, estimula o apetite, enquanto que a leptina, produzido nas células adiposas, envia um sinal para o cérebro quando você está cheio. Você também pode ter uma forte preferência por alimentos altamente calóricos, gorduras e doces.


Meridan sugere manter uma dieta saudável e comer alimentos ricos em triptofano, antes de dormir, que criam a serotonina, o neurotransmissor que diminui o tráfego pelos nervos e relaxa o cérebro. Estes incluem leite, queijo, ovos, iogurte, frango, peru, amendoim ou bananas.


Sono e Exercício
Um estudo da Stanford University Medical School descobriu que os homens e mulheres de 50-74 anos de idade, que praticam exercícios pelo menos quatro vezes por semana, dormiram 15 minutos mais cedo e 45 minutos a mais. Nós sabemos que atividade física diária pode resultar em uma vida mais longa e saudável. Mas também sabemos que isso impacta positivamente no seu sono. Meridan sugere de 30 minutos a uma hora de exercício diário.

Dicas e Truques de sono

Leva tempo para atingir um padrão de sono perfeito. Além de exercícios e alimentação inteligente, Meridan oferece estas dicas úteis:


• Desligue-se do trabalho à noite
• Evite programas violentos na televisão antes de dormir
• Relaxe uma hora antes de dormir
• Tome um banho ou ducha quente
• Durma em um quarto fresco e escuro
Certifique-se de fazer algum exercício, comer alimentos adequados antes de dormir e ter tempo para relaxar. Durma bem!



Fonte: Cooper TP

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A importância da fisioterapia respiratória para as crianças


Por que as crianças precisam de fisioterapia respiratória tão precocemente?
A crescente incidência de enfermidades respiratórias infantis está ligada em parte a evolução de germes responsáveis pelas infecções respiratórias e ao predomínio de infecções virais sobre as infecções bacterianas, e a outra parte a um conjunto de fatores ambientais que associam os hábitos de vida e poluição do ar. Devido as particularidades do sistema respiratório e a predisposição genética, as crianças estão sempre susceptíveis a infecções respiratórias. As mais comuns são a bronquiolite e as pneumonias. Diversas doenças são responsáveis por um acúmulo de secreções bronquiais, sendo necessário recorrer a intervenção da fisioterapia respiratória cujo objetivo fundamental é remover as secreções bronquiais e expandir os pulmões.


Por que a tosse é tão importante?
Porque é através deste fluxo expiratório com velocidade alta que as secreções caminham na via aérea até chegarem na cavidade oral para serem removidas ou expectoradas.


Se a criança não consegue tossir, como o fisioterapeuta avalia o resultado da sua intervenção?
A traquéia é cheia de receptores de tosse, pequenos estímulos nesta região provocam tosse espontânea, assim como um tracionamento no lóbulo da orelha também. Mas, ás vezes, é necessário utilizar de técnicas de desobstrução invasivas como aspiração de secreções traqueais. E novamente utilizando o estetoscópio ele reavaliará a modificação da ausculta pulmonar, ou seja, o aparecimento dos sons respiratórios normais.


Quando a fisioterapia respiratória está contra indicada em crianças?
Quando as crianças estão com temperaturas corporais baixas, em instabilidade cardíacas, qdo possuem pneumotórax( ar na cavidade pleural) sem drenagem adequada, e na presença de secreções sanguinolentas, sem que se tenha conhecimento da origem do sangramento.


Quais os procedimentos o fisioterapeuta respiratório deve realizar antes de realizar a intervenção em uma criança?
A programação da intervenção fisioterapêutica deve ser realizada nos intervalos das mamadas ou alimentação, ou pelo menos uma hora depois. Se a criança possui Sonda para alimentação nasogástrica, deve-se aspirar o conteúdo gástrico.
As crianças devem ser monitoradas antes, durante e depois do procedimento do fisioterapeuta.
A vigilância deverá ser redobrada se a criança estiver em uso de tubos traqueais, sondas gástricas, acessos venosos.
O período de sono deverá ser respeitado , sempre que possível.



Qual a importância de um bom posicionamento da criança?
A colocação da criança em um posicionamento ideal com a cabeceira mais elevada pode evitar o risco de refluxo gastresofágico e facilitar uma melhor sincronia da respiração. Entretanto a criança não pode ser mantida em apenas uma posição, deverá ser colocada deitada de ambos os lados para evitar a formação de locais de maior pressão na pele e para favorecer uma alternância de ventilação das áreas do pulmão. O conforto da criança é também essencial.


 A Fisioterapia Respiratória pode auxiliar no uso de medicamentos inalatórios?
Os medicamentos administrados através da respiração (Terapia Inalatória) são utilizados freqüentemente em crianças com problemas respiratórios. A escolha desta forma de aplicação é devido seu efeito direto no pulmão, órgão onde se localiza o problema, e pela redução do efeito sistêmico do medicamento. A inalação ou nebulização é mais eficaz quando é realizada através da boca.


Quanto maior o volume de ar inspirado, maior será a quantidade de medicamento ofertada aos pulmões. Para realizarmos uma nebulização correta devemos inspirar profundamente e de forma bem lenta para que a mistura do fármaco e ar chegue até a periferia dos pulmões. O Fisioterapeuta respiratório, através de exercícios respiratórios específicos pode favorecer o aumento do volume inspirado, bem como realizar inspirações lentas e profundas e potencializar a ação do medicamento inalado.


Quais serão as crianças beneficiadas pela Fisioterapia Respiratória?
Atualmente existem varias áreas de assistência da Fisioterapia Respiratória, contempladas dentro de um novo modelo de promoção da saúde. O Fisioterapeuta Respiratório atua na prevenção e no tratamento de doenças. Crianças com doenças respiratórias, tais como; asma, bronquite, pneumonias, rinites, fibrose cística, doenças neuromusculares, síndromes genéticas dentre outras, ou mesmo questões mais simples, como algumas crianças que respiram de forma errada. Vale ressaltar quanto mais precoce estas crianças começarem o tratamento com o fisioterapeuta melhor serão os resultados percebidos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

CPAP Tango + Máscara nasal Meridian- Resmed


CPAP C-Series Tango da ResMed combina a funcionalidade tradicional do CPAP com a qualidade e confiabilidade superiores da ResMed.


Preço acessível. Trata a SAOS em casa. Silencioso e fácil de usar.
Pressão: 4-20 cm H2O, Rampa: 0-45min, Bivolt Automático, Umidificador opcional,
Peso: 1,1 Kg,
Dimensões: 21,5 cm x 18,9 cm x 11,4 cm (Alt x Larg x Prof), Ruído: < 30 dBa
Fabricante: Resmed
Garantia: 1 ano


Máscara Nasal Meridian, oferece a confiabilidade que se pode esperar de um produto ResMed, para uma terapia confortável e eficaz, em que os pacientes podem confiar.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

CPAP Pro M series C- Flex - Philips Respironics






Características: O CPAP PRO M Series com C-Flex é um dispositivo de emissão de pressão positiva contínua para o tratamento da Apnéia Obstrutiva do Sono. Uma ótima relação custo/benefício. Agora com novo design compacto e elegante, leve, bastante silencioso e fácil de operar.

Possui capacidade Encore Pro SmartCard para a adesão básica e relatórios, controles leves e visor de fácil leitura. Sistema de rampa que aumenta a pressão progressivamente durante um período de tempo determinado (0 a 45) para facilitar o início do sono do paciente. Pode ser interligado a um umidificador aquecido, o que melhora seu tratamento evitando ressecamento e congestão das vias aéreas superiores.

Uma reclamação típica do usuário do CPAP é o desconforto ou mesmo a dificuldade de expirar contra a pressão positiva contínua. O CPAP PRO com C-Flex foi projetado para eliminar esta barreira. O C-Flex é uma configuração de conforto que melhora o CPAP tradicional por reduzir a pressão no início da expiração e retornar a pressão terapêutica no final desta expiração, tornando a terapia mais natural e muito mais confortável.
Pressão: 4-20 cm H2O, Rampa: 0-45min, Bivolt Automático, Umidificador opcional.
Peso: 1Kg
Dimensões: 19 cm x 12,4 cm x 7,9 cm (Alt x Larg x Prof), Ruído: < 30 dBa
Fabricante: Respironics
Garantia: 2 anos



Conteúdo:- Bolsa para transporte
- Manuais
- Traquéia
- Filtros
- SmartCard
- Cabo de força


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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Pressão alta causa distúrbio do sono em crianças


As crianças com pressão alta podem sofrer problemas de sono que dificultam o desenvolvimento mental e físico, segundo um estudo americano divulgado neste sábado. O estudo, realizado por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade do Texas, determinou que quase 60% das crianças com pressão alta sofriam distúrbios de respiração durante o sono.


Este problema, conhecido como Distúrbio Respiratório do Sono (SDB, em inglês), se caracteriza pela obstrução das vias respiratórias, que em alguns casos é completa (apnéia), parcial (hipopnéia), ou períodos mais longos de deslocamento insuficiente do ar (hipoventilação obstrutiva).


Segundo Alisa Acosta, autora principal do estudo e especialista em hipertensão e doenças pediátricas, já se sabia que nas pessoas adultas existe uma relação entre a pressão sanguínea e a apnéia obstrutiva.
Nos casos de apnéia obstrutiva, as vias respiratórias bloqueiam total ou parcialmente. Isto provoca breves períodos de falta de respiração seguidos por tentativas repentinas de retomá-la.


Este problema durante o sono tem como resultado longos períodos de fadiga diurna e uma redução da capacidade intelectual. "Precisávamos comprovar se o transtorno também ocorre na população infantil", afirmou.


"A SDB é importante, porque pode provocar inércia durante o dia, reduzir a capacidade de concentração, mal rendimento escolar, hiperatividade, baixa estatura e até maior pressão nos pulmões", disse Acosta.


Em geral, a incidência da SDB nas crianças é de 2%, mas 40% das crianças com as amídalas maiores que o normal sofrem do problema e nos obesos a incidência é de 46%.
Em comparação, o estudo indicou que 59% das crianças hipertensas com problemas de amídalas ou com excesso de peso sofriam de SDB.


"A hipertensão parece ser um fator de risco adicional para a SDB e é necessário fazer mais estudos para determinar a relação que existe entre ambos", explicou.

Fonte: terra.com