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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Insônia Infantil


Um problema ainda maior do que em adultos é a insônia infantil. As crianças que têm este tipo de problemas noturnos precisam um cuidado especial e muito mais atenção que um adulto.

É possível que os pais não fechem os olhos a noite toda pela preocupação que seu filho não dorme. Toda precaução que se tome é pouca para combater a insônia infantil.
Em primeiro lugar, deve proteger a segurança da criança. Deve fechar as portas, janelas, proteger as quinas e objetos pontudos com almofadas ou espuma, para evitar que esbarre neles e se machuque. Se tiver escadas, coloque alguma proteção para não cair.


Em segundo lugar, pode favorecer o sono da criança durante todo o dia para tentar que descanse. Deixe fazer muitas atividades esportivas, que acorde cedo, que tome algum chá relaxante antes de ir à cama ou um copo de leite quente, etc.
A insônia infantil costuma gerar falta de sono nos pais, nervosismo, estresse, ansiedade, sonolência no trabalho e durante o dia, preocupação extrema, falta de concentração, perda de tempo e lazer, falta de sexo com o casal, contrações e dores musculares, tensão, … parece pouco?

A insônia infantil caracteriza-se porque a criança não pode gerar o sono por si mesmo e acorda frequentemente pela noite. O principal problema que apresenta a insônia infantil é que a criança não tem adquirido um bom hábito para se dormir; na maioria dos casos muita parte de culpa são os pais, que não sabem o que deve seguir para se dormir.
É importante acostumar a criança desde pequena a dormir só e a que siga normas antes dormir, para criar um bom hábito noturno e assim evitar, entre outros transtornos do sono, a insônia infantil.

Fonte: Minha vida

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Como saber se tenho Narcolepsia?


Quem nunca desejou tirar uma soneca após o almoço ou sentiu os olhos pesarem durante uma aula enfadonha? Nessas horas o jeito é lançar mão de estratégias consagradas, como tomar café ou jogar um pouco de água no rosto.

Para alguns, no entanto, nada disso funciona. Quando bate o sono seja no meio de uma reunião com o chefe, num show de rock ou no trânsito só é possível fazer uma coisa: DORMIR.


Taxado de forma ignorante e preconceituosa como “preguiça”, o comportamento é, muitas vezes, a manifestação de um dos principais sintomas da narcolepsia. Pouco conhecida, a doença acomete um em cada 2.000 indivíduos e tem um diagnóstico difícil. O problema pode demorar vários anos até ser corretamente diagnosticado.


Apagões
Um grupo especial de neurônios do cérebro é responsável por comandar os estados de vigília e sono, ou seja, as funções “liga” e “desliga” do corpo. Por uma série de fatores que ainda não estão totalmente esclarecidos, os narcolépticos têm um déficit desses neurônios e, como consequência, têm o sono desregulado.

Segundo Denis Martinez, médico do sono e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), além de “apagar” algumas vezes durante o dia, o portador geralmente tem problemas para dormir à noite, fator que atrasa ainda mais o diagnóstico.

“As pessoas acabam achando que a sonolência diurna é normal, já que passaram por uma madrugada conturbada”, explica.

Sinais
Já que o principal indicativo da narcolepsia costuma ser confundido com preguiça, é importante ficar de olho em outros sintomas. Um deles é a cataplexia, presente em aproximadamente 60% dos casos.

Trata-se de uma perda de tônus muscular geralmente bilateral e súbita, que pode causar a queda do paciente. A moleza no corpo, cuja duração é de até cinco minutos, costuma ocorrer após fortes emoções, como rir ou tomar um susto.

A cataplexia é decorrente de uma característica importante da doença: a entrada brusca na fase REM do sono. Para se ter ideia, quem não tem narcolepsia em geral só atinge essa etapa depois de passar uma hora e meia dormindo. Martinez ressalta que é justamente no sono REM que sonhamos.

“Por isso, muitos pacientes relatam que têm alucinações durante os ataques de sonolência. Mas, na verdade, são sonhos”.

Diagnóstico
Apesar de render muitas histórias e risadas entre os amigos, dormir repentinamente causa muito sofrimento aos narcolépticos. Além de cultivarem a imagem de “corpo mole” colocando, assim, a vida profissional em risco podem se acidentar durante atividades que exigem atenção constante, como nadar, dirigir, praticar esportes ou manusear máquinas.

Por isso, diferentemente do que ocorre com outras doenças, receber o diagnóstico de narcolepsia é um alívio, pois o motivo do sono excessivo e fora de controle fica esclarecido. É importante frisar que a definição do quadro costuma vir após um exame chamado polissonografia, que avalia os fenômenos ocorridos durante o sono. Para realizá-lo é preciso dormir e passar um dia inteiro no local da avaliação.

A narcolepsia é tratada com medicamentos para aliviar os sintomas e orientação para que os pacientes façam cochilos diurnos.

“Um repouso de 15 minutos é o suficiente para deixar a pessoa revigorada para trabalhar ou exercer suas atividades por um tempo variável, que pode ser de duas a quatro horas, sem ter sono”, finaliza a médico.


Fonte: Minha Vida

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Distúrbio do Sono pode causar acidente de trânsito


A American Academy of Dental Sleep Medicine (AADSM) estabeleceu a campanha "Dentistas contra a sonolência na direção", com a finalidade de sensibilizar as pessoas sobre os perigos decorrentes dos distúrbios do sono.

Problemas como ronco e apneia desencadeiam algo bastante conhecido pela maioria dos motoristas: sonolência na hora de dirigir, já que a principal causa da sonolência diurna é uma noite mal dormida. Portanto, pacientes que sofrem de apneia do sono, ronco ou bruxismo do sono, estão mais propensos a causar acidentes de trânsito, pois esses distúrbios fragmentam o sono e impedem que ele seja profundo e reparador. A pessoa não descansa o suficiente para exercer todas as suas atividades físicas e mentais durante o dia.

Segundo dados da American Academy of Dental Sleep Medicine (AADSM), os distúrbios do sono podem causar até 15 vezes mais acidentes fatais e custar cerca de R$ 48 bilhões em custos médicos ao ano.


"Dirigir sonolento pode ser tão perigoso quanto dirigir embriagado". A atual legislação recomenda que os motoristas façam ações preventivas e busquem tratamento para apneia do sono", diz Dr. Eduardo Rollo Duarte, especialista em Odontologia do Sono. "Muitos condutores desconhecem o problema e não reconhecem os sinais dos disturbios do sono".

Muitas pessoas ainda têm a falsa impressão de que o ronco é sinal de sono profundo, quando na verdade é o contrário - o barulho e a dificuldade de respirar deixam o indivíduo num estado que não permite que o corpo recarregue as energias da forma necessária. A boa notícia é que ronco, apneia, bruxismo e problema na ATM têm solução e tratamento certos. Trata-se de uma escolha valiosa, e que pode mesmo evitar acidentes nas ruas e estradas.

O diagnostico é feito através da polissonografia ou estudo do sono, realizado por médico especializado. O tratamento pode ser oral, através da odontologia do sono. O aparelho é usado durante o sono para mover a mandíbula e a língua para frente, abrindo assim as vias aéreas. "Com isso a interrupção da respiração não acontece durante o sono, evitando a apneia", afirma o especialista. "O dentista verifica a necessidade de cada paciente e adapta o aparelho para elas, obtendo assim um melhor resultado", completa.